quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Vida de Janela



Fria, quente, sozinha ou com gente, a janela estava lá, parada a observar todos que nela ousavam passar, Certa madroite meninos sem parar, na janela não deixava nada te abalar, das pedras começou a desviar, mas o menino sapeca mirou direitinho e trincou um pedaço de vidrinho, e a janela trincada não aguentou a pedrada, lágrimas envidradas começou a chorar.
Na manhã após o acidente, a janela sem vidrente mais uma vez foi a rua observar, Via carros, gente, até mesmo alguns duendes que riram da sua vidruez, mas um certo mosquito achou aquilo bonito e voou longe, logo para mosquitar que no mundo existia um lugar em que vidros nunca iriam lhes atrapalhar.
A janela solitária, esperando alguém passar olhou em volta e reparou, "Eu sou apenas uma parede fora do lugar", E assim viu que servia nem para covil mais uma vez veio a chorar as poucas lágrimas envidradas começou a soltar, Mais ao longe o mosquito vinha a mosquitar com a sua tropa a acompanhar, avistaram a janela e logo começaram atravessar aquele vidroazio que como paraíso serviu, A janela percebeu e de alegria reviveu fazendo a mosquitaiada ser parte de todo seu vidroser.

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